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Autismo a Bordo

Capacitação e preparação para voos com passageiros neurodivergentes

O céu é para todos. A inclusão também.

A aviação comercial já opera com padrões rigorosos de segurança. O Autismo a Bordo contribui para tornar os voos mais inclusivos para pessoas autistas e demais pessoas neurodivergentes, preparando companhias aéreas, equipes de solo, tripulações, escolas de aviação e famílias para ampliar a previsibilidade, a comunicação acessível e o acolhimento em cada etapa da viagem.

Capacitação para a aviação

Preparação para famílias

Conteúdo criado por uma psicóloga com experiência em neurodivergência e por uma aeronauta com 18 anos de aviação comercial. Conhecimento sobre pessoas e experiência de voo reunidos em uma proposta prática, cuidadosa e aplicável.

Escolha o seu caminho

Soluções pensadas para duas realidades que se encontram na mesma viagem: a operação aérea e as famílias.

  • Para companhias aéreas e operadores

    Capacitação para reconhecer necessidades de apoio, orientar a comunicação e organizar um atendimento coordenado entre solo e cabine. As equipes aprendem critérios comuns para acolher passageiros neurodivergentes com respeito, clareza e alinhamento à operação.

    • Treinamento para tripulações e solo
    • Orientações claras para cada nível de atenção
    • Registros objetivos e respeitosos

    Conhecer a capacitação →

  • Para famílias que querem voar

    Checklist, guia e kits visuais adaptáveis para antecipar as etapas da viagem, apoiar a comunicação e ajudar a pessoa neurodivergente a compreender o que acontecerá, do check-in ao desembarque.

    • Checklist gratuito de preparação
    • Guia com cards visuais da viagem (PT/EN)
    • Kit visual para a sua viagem

    Preparar nossa viagem →

A inclusão amplia experiências e participação

O Censo 2022, divulgado pelo IBGE em 2025, identificou 2,4 milhões de pessoas com diagnóstico de TEA declarado no Brasil. Recursos de acessibilidade, comunicação clara e preparação antecipada ajudam cada vez mais pessoas neurodivergentes e suas famílias a participar das viagens aéreas com previsibilidade e acolhimento.

O mesmo comportamento pode comunicar necessidades diferentes.

Durante o embarque, uma criança cobre os ouvidos e começa a chorar.

Compare as duas leituras da mesma cena:

“É apenas indisciplina.”

Repetir ordens ou elevar o tom pode dificultar a comunicação. Uma leitura mais cuidadosa ajuda a identificar o apoio necessário.

Conhecimento, comunicação acessível e critérios comuns ajudam a equipe a compreender a situação e oferecer o apoio mais adequado. A capacitação contribui para esse preparo.

Conhecer a metodologia →

A metodologia

Cinco instrumentos que ajudam solo e cabine a observar, comunicar, decidir e registrar com a mesma linguagem.

Uma metodologia educacional criada a partir do conhecimento sobre neurodivergência e da experiência prática na aviação comercial.

  • D.I.N.Matriz de diferenciação

    Critérios observáveis para compreender o contexto e diferenciar indisciplina de sinais de sobrecarga.

    Ajuda a equipe a observar o que está acontecendo antes de decidir como agir. A matriz diferencia indisciplina, sobrecarga sensorial, dificuldades de comunicação e situações combinadas, com foco em fatos observáveis e sem julgamentos.

  • A.B.O.R.D.O.Guia de resposta em cabine

    Uma sequência clara para observar, reduzir estímulos, compreender o contexto e organizar a resposta em cabine.

    Oferece à tripulação um caminho de decisão para situações que envolvem passageiros neurodivergentes. Funciona como um guia prático: observar, comunicar, organizar o ambiente quando possível e definir os próximos passos.

  • P.A.R.E.Apoio rápido em situações de sobrecarga

    Preservar a segurança, reduzir estímulos quando possível, compreender o contexto e encaminhar a resposta.

    Orienta a equipe quando os sinais de sobrecarga aumentam: preservar a segurança, usar comunicação breve, reduzir estímulos quando possível, apoiar o acompanhante e organizar o próximo passo.

  • S.A.F.E.Escala de atenção em cabine

    Quatro níveis de atenção para orientar decisões conforme a fase do voo e a situação observada.

    Organiza a situação em quatro níveis — verde, amarelo, laranja e vermelho — considerando assento e cinto, circulação, equipamentos e fase do voo. Cada nível indica quem deve ser acionado: tripulante, chefia de cabine, comandante ou equipe de solo.

    • Verde
    • Amarelo
    • Laranja
    • Vermelho
  • R.E.C.Registro Respeitoso de Cabine

    Registro de fatos observados e ações realizadas, com linguagem clara e respeitosa.

    Orienta como registrar o que foi observado e quais ações foram realizadas. Uma linguagem objetiva e respeitosa protege a dignidade do passageiro, dá clareza à equipe e apoia o acompanhamento institucional.

Quem assina a metodologia

  • Neusa Pereira

    • Aeronauta
    • Especialista em Applied Behavior Analysis — ABA (PUC)
    • Mestranda em ABA (Greenfort University, EUA)

    Aeronauta com 18 anos de experiência na aviação comercial, especialista em Applied Behavior Analysis — ABA (PUC) e mestranda em ABA pela Greenfort University, nos Estados Unidos.

  • Priscila de Jesus Andrade

    • Psicóloga · CRP 06/119272
    • Especialista em Neuropsicologia, Análise do Comportamento e OBM (Organizational Behavior Management)
    • Mestra em Saúde da Comunicação Humana (FCMSC-SP)

    Psicóloga e mestra em Saúde da Comunicação Humana, especialista em Análise do Comportamento, Neuropsicologia e OBM. Há 14 anos atua com pessoas neurodivergentes, avaliação, intervenção comportamental e formação de equipes, com práticas baseadas em evidências.

A ciência de quem estuda o comportamento. A prática de quem vive a cabine.

A acessibilidade já faz parte da agenda da aviação

  • Em 2025, a ANAC realizou a Consulta Pública nº 02/2025 para discutir a revisão das regras de acessibilidade. A Resolução nº 280/2013 permanece indicada nas páginas oficiais consultadas. Fonte oficial

  • Em abril de 2026, o Ministério de Portos e Aeroportos informou que 23 aeroportos brasileiros contavam com espaços multissensoriais e anunciou a meta de ampliar esse atendimento para 30 salas até o fim do ano. Fonte oficial

  • O Projeto de Lei nº 663/2026, em tramitação na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, propõe uma política estadual de capacitação inclusiva para o atendimento de pessoas autistas e demais pessoas neurodivergentes nos serviços de transporte de passageiros. Fonte oficial

Essas iniciativas públicas mostram que a acessibilidade ocupa espaço crescente na aviação brasileira, fortalecendo o preparo das equipes e o cuidado com a experiência de todos os passageiros.

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    11 critérios para avaliar o preparo da sua operação no atendimento a passageiros com necessidades específicas, com pontuação, leitura por pilar e plano de ação de 30 dias.

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    10 pontos para saber o quanto a sua família já está preparada para a viagem e o que organizar antes do embarque.

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Pronto para ampliar a inclusão em cada viagem?

Escolha o seu caminho. A gente cuida da rota.

Para companhias e escolas

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